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De: "rui.costa" <rui.costa(arroba)kimus.net>
Para: <news(arroba)webards.net>
Data: Quarta, 19 de Janeiro de 2005 00:54
Assunto: placas 3G a 1 Euro

para que todos saibam, até ao final do mes as placas 3G estão a 1 euro nas 3
operadoras moveis!



----- Original Message ----- 
From: "Francisco Godinho" <godinho@utad.pt>
To: <acessibilidade@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, January 18, 2005 5:26 PM
Subject: [acessibilidade] placas 3G a 1 Euro



Eu ainda há pouco dei 400 Euros por uma!
Muito útil para quem tem dificuldade em
trocar sms.
Operadoras subsidiam placas para fomentar tráfego de dados
Dados Móveis Mais Acessíveis no 3G
http://jornal.publico.pt/2005/01/17/Computadores/TI02.html
Por FÁTIMA CAÇADOR / CASA DOS BITS
Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2005

Já perto do final do ano de 2004, as operadoras portuguesas de
telecomunicações móveis iniciaram campanhas de promoção das suas soluções e
serviços de dados sobre 3G, tentando assim fomentar o seu uso pois os dados
são, no curto e médio prazo, considerados os de maior potencial de receita
na terceira geração. Tal como inicialmente no GSM, a subsidiação dos
equipamentos com contratos de fidelização é um instrumento de "marketing"
que poderá dar um impulso significativo ao crescimento do tráfego.

Com preços meramente simbólicos - 1 euro na TMN e na Vodafone, e 50 cêntimos
na Optimus -, as placas de 3G das três operadoras são acompanhadas de
contratos de fidelização de dois anos mas as promoções terminam já no final
deste mês de Janeiro. São, porém, de aproveitar para quem necessita das
vantagens que esta mobilidade garante, já que, sem desembolsar algumas
centenas de euros, se pode utilizar o equipamento, pagando depois os planos
de preços definidos para o tráfego - que teriam de ser pagos de qualquer
forma.

O primeiro passo na disponibilização das novas placas de ligação de dados 3G
foi dado pela Vodafone, com o lançamento, em Fevereiro de 2004, do Mobile
Connect Card, o primeiro serviço de dados de terceira geração em Portugal.
Assente numa placa que junta a comunicação em GPRS e 3G, o Vodafone Mobile
custava na altura 587,4 euros (mais IVA) mas viu o seu preço sucessivamente
reduzido até chegar ao 1 euro.

A TMN - que lançou discretamente em Maio a sua placa de dados GPRS/3G -
viria a acrescentar em Dezembro um novo modelo que conjuga também o acesso
Wi-Fi com a tecnologia de comunicação de redes móveis. Ainda no início de
Dezembro, esta operadora comunicou igualmente a promoção de compra dos dois
modelos de placas a 1 euro, com fidelização de 24 meses, uma campanha com
prazo marcado até final de Janeiro de 2005.

Ainda mais subtil foi a actuação da Optimus, que, apesar de ter um preço 50
por cento abaixo da concorrência (de apenas 50 cêntimos) não divulga a
promoção da sua placa PC Connection 3G. A campanha da operadora do grupo
Sonaecom estava pensada para terminar em final de Dezembro de 2004 mas
acabou por ser prolongada até final de Janeiro de 2005.

Acompanhadas com descontos e pacotes promocionais no tráfego de dados - o
principal custo de uso de uma solução de comunicação para o PC em 3G -,
estas ofertas sobressaem como um valor acrescentado para os utilizadores que
têm necessidade de se manter em ligação de dados fora do escritório. A
combinação entre as tecnologias GPRS e UMTS garante a possibilidade de
aceder à Internet e ao E-mail em quase todo o território de Portugal
Continental, existindo já uma área significativa do país coberta com serviço
3G, sobretudo ao nível das principais cidades.

Da mesma forma, a junção na placa da TMN da tecnologia Wi-Fi, em
coexistência pacífica com o acesso às redes de 3G e de GPRS, é uma ideia que
pode ser útil a quem não possua ainda computador portátil com esta
funcionalidade. Note-se, porém, que os equipamentos mais recentes das gama
média e alta trazem já embutida a possibilidade de acederem também a redes
de Wi-Fi.

Com esta placa, o utilizador pode decidir em que momento usa a rede com
maior largura de banda ou de menor custo para determinada ligação. Sempre
que o Wi-Fi estiver disponível, pode optar por esta tecnologia, que assegura
débitos mais elevados; nas muitas zonas onde ainda não existem pontos de
acesso ao Wi-Fi, terá acesso às redes de GPRS ou de 3G.

Nos testes realizados por Computadores com esta placa, foi detectada, porém,
a dificuldade de configuração para acesso a redes Wi-Fi codificadas -
embora, nas redes abertas, o acesso tenha sido mais fácil.

De resto, facilidade é mesmo a palavra que define a instalação e o uso de
todas as placas e do "software" de gestão da ligação. De forma rápida,
qualquer leigo pode colocar a funcionar as placas em computadores com
sistema operativo Windows, sendo também a mudança entre as redes GPRS e UMTS
simplificada na placa da Vodafone e da Optimus - mas, por vezes, mais
complexa na da TMN, já que a chamada de dados é interrompida, tendo muitas
vezes efeitos desastrosos em "downloads" que estejam a decorrer.

As aplicações de gestão da Vodafone e da TMN são bastante completas em
termos de parametrização por parte do utilizador. A aplicação do Mobile
Connect Card, da Vodafone, funciona quase como uma consola a partir da qual
a maioria das funcionalidades pode ser realizada - como o acesso à Internet,
ao correio electrónico e a recepção e envio de SMS. O mesmo acontece com o
"software" da TMN, que se propõe também gerir as ligações à rede telefónica,
apresentando de forma clara a contabilização do tráfego realizado e dos
débitos máximos e mínimos obtidos.

Existe, na placa da TMN, uma distinção pouco clara entre uso com rede GPRS e
UMTS, que poderá baralhar os utilizadores, sobretudo quando esperam uma
ligação que deverá poder chegar a 384 Kbps e se deparam com velocidades na
ordem dos 60 Kbps (velocidades que, em qualquer dos casos, dificilmente são
atingidas) .

A Optimus apresenta uma aplicação mais minimalista que a da TMN e a
Vodafone, que pode ser "arrumada" num canto do ecrã sem atrapalhar muito o
utilizador. Todas as configurações estão presentes, assim como as
funcionalidades, mas num espaço mais condensado. Note-se ainda que o botão
para desligar a chamada de dados não é muito intuitivo (uma seta para a
direita e não o habitual quadrado que corresponde ao botão de "stop" nestas
aplicações), o que pode levar um utilizador mais distraído a manter a
ligação aberta - e o taxímetro a contar - sem disso se aperceber.

Depois da subsidiação dos equipamentos para o acesso móvel de dados com
maior largura de banda, falta agora a vontade dos operadores de reduzirem os
custos do tráfego, que ainda são elevados - sobretudo quando comparados com
outros produtos com velocidades de comunicação mais elevados e limites de
tráfego mais amplos para "downloads" na rede fixa


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




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